Notas sobre ele:
Por fora era calmaria.
Por dentro, ninguém sabia o caos que se fazia.
Meio cheio, meio vazio.
Quem sabe dizer?
O menino dos devaneios sem fim não quis ver o que viria.
Chegou a ter medo do amanhecer.
Um pouco perdido, ele seguiu, sem fantasias.
E o menino que antes escrevia, virou suas próprias poesias.
De cabeça, se jogou num abismo.
E hoje enfrenta um de seus piores medos, a separação.
Menino dos devaneios sem fim que antes escrevia e virou suas poesias, liberdade é viver.
Seja liberdade, que não terás um dia de solidão.
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